quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Vale do Catimbau - Parte 3 de 4 - Igrejinha e visita ao artista Zé Bezerra

Olá, amigo(a)
Esta é a terceira parte do meu relato. 
Se você ainda não leu o início da aventura no Vale do Catimbau, clique no link abaixo.


À tarde do segundo dia conhecemos a trilha da Igrejinha e visitamos o artista Zé Bezerra.

Fomos de carro até base da trilha da igrejinha. 
Foi a trilha que mais percorremos de carro, acho que tenha chegado de 15 quilômetros, talvez 17km, a partir da Pousada até a Trilha da Igrejinha. 



Em compensação,  a caminhada foi pequena.



Nosso guia Genivaldo disse que não visita esta trilha da igrejinha há seis meses.
Percebi que, então, esta é uma atração do Catimbau pouco procurada. Talvez uma trilha com poucos atrativos.






Escalamos por trás das rochas acima e admiramos a imensidão do vale.













Antes porém, fizemos o devido registro fotográfico na chamada igrejinha.
Pudemos observar as formações rochosas curiosas, esculpidas pela natureza, com a ação dos ventos.



Após a rápida caminhada pela pequena trilha da igrejinha, apanhamos o carro e seguimos para conhecer o grande mestre Zé Bezerra e sua oficina de arte em madeira, que localiza-se no caminho entre a trilha da igrejinha e a Vila do Catimbau. 
Para quem vai da Vila do Catimbau a trilha da igrejinha, a oficina do Zé Bezerra fica talvez entre dois a três quilômetros antes de chegar na Igrejinha.

A visita foi muito divertida e instrutiva! Achei bastante interessante.






Quanta imaginação do Zé Bezerra! Tanto na arte como na conversa! Não sei se ele é melhor como artista ou como contador de história!








É incrível a criatividade de, a partir de galhos da imburana, criar tantas formas de animais!
Olha um ninho de cobra feito com galhos e troncos de árvores!







Sua arte é conhecida em São Paulo e exterior. Bastante apreciada na Europa. 




Mestre Zé Bezerra animado, tocando o instrumento musical que ele mesmo fez! É interessante observar a forma bem rústica da montagem, usando madeira, corda de aço e panelas.













Em eventos como Fenearte, caminhões são carregados com as obras do artista!



Madeira recém esculpida. A arte é propositadamente deixada no pátio, desabrigada do sol e da chuva. Com isso, com o passar do tempo, a madeira vai ganhando a cor acinzentada.


I




Clique no link abaixo para seguir para a quarta e última parte do relato:

http://harmoniacomnatureza.blogspot.com.br/2017/02/vale-do-catimbau-parte-4-de-4-trilha-do.html?m=1



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